POEMANA MÁQUINA DO TEMPO in A CAVALO NO TEMPO. Ah, se eu pudesse andar a máquina do tempo! Quebrava esse horror que é o despertador. Só saía ao meio-dia para a escola que abria às oito da manhã, sem ralhos da mamã Ah, se eu pudesse andar na máquina do tempo! Correndo em marcha atrás caçava lá atrás um dinossauro anão que
doque no coração duros tambores), ainda que o teu olhar próprio não rompa as lajes de ódio com que te muraste. II. O vento e chuva e tempo, sobre a pedra passando sempre, hão-de gastá-la: um dia, antes que a obture o musgo ou algum pássaro aí faça o ninho fofo, encontrarás, entre o lado que afirmas teu e o outro,
POEMAVIAGEM. Aparelhei o barco da ilusão E reforcei a fé de marinheiro. Era longe o meu sonho, e traiçoeiro O mar (Só nos é concedida Esta vida Que temos; E é nela que é preciso Procurar O velho paraíso Que perdemos). Prestes, larguei a vela E disse adeus ao cais, à paz tolhida. Desmedida, A revolta imensidão Transforma dia a dia a embarcação
ACanção do Tamoio é um dos poemas mais emblemáticos do escritor brasileiro Gonçalves Dias. Publicado pela primeira vez em 1856, o poema traz à tona questões importantes sobre a relação entre os colonizadores portugueses e os povos indígenas do Brasil. Neste artigo, faremos uma análise crítica da obra, discutindo sua
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um poema sobre o dia do livro